sábado, 3 de novembro de 2012

Participante pede MAIORES ESCLARECIMENTOS SOBRE NOTA PUBLICADA PELA FUNCEF EM RELAÇÃO AO BANCO BVA S/A


From: GilsonCosta
Sent: Saturday, November 3, 2012 9:09 AM
Subject: MAIORES ESCLARECIMENTOS SOBRE NOTA PUBLICADA PELA FUNCEF EM RELAÇÃO AO BANCO BVA S/A
 

À
FUNCEF

Prezados Senhores,

1            Em que pese a “Nota de Esclarecimento sobre matéria publicada no jornal Correio Braziliense”, que está sendo divulgada no sítio dessa Fundação, mencionar que “A FUNCEF não possui em suas carteiras de investimentos, sejam próprias ou terceirizadas, nenhum título vinculado ao Banco BVA, instituição que recentemente sofreu intervenção do Banco Central.’’, alguns pontos precisam ser esclarecidos, pois, no RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DA FUNCEF do exercício de 2011, páginas 45, 46 e 47, há informações de que essa Fundação tinha, no final daquele ano, o total de R$ 418.191.130,51, administrados pela  VITÓRIA ASSET MANAGEMENT.


Plano de Gestão Administrativa - PGA
Gestores de Recursos Garantidores
Gestores Terceirizados por Plano de Benefício
VITÓRIA ASSET MANAGEMENT S/A - CNPJ 04.330.895/0001-83
                  
Plano de Benefício
Gestão da VITÓRIA ASSET MANAGMENT – R$
Novo Plano
35.962.337,79
REG/Replan Saldado
373.917.287,79
REB
8.311.504,93
TOTAL
418.191.130,51



2            Há publicações em Jornais, a exemplo do Valor Econômico do dia 22/10/2012, matéria com o título “BVA usava própria gestora para captar recursos” , na qual menciona que a VITÓRIA ASSET MANAGEMENT é um “braço” do Banco BVA, sob intervenção.
  
3             Desta forma, em conformidade com o texto divulgado pelo Presidente da FUNCEF em 31/07/07, sobre a aprovação pela então SPC (atual PREVIC) do Novo Estatuto da Fundação, no qual foi mencionado que "cada participante tem realmente o papel mais importante neste cenário", se referindo ao processo de fiscalização contínua e vigilância em relação ao seu Fundo de Pensão, solicitamos maiores esclarecimentos em relação à FUNCEF ter, ou não, aplicações no BVA, considerando a Gestora terceirizada VITÓRIA ASSET MANAGEMENT.


Atenciosamente

Gilson Tavares Costa
Participante da FUNCEF
(mensagem enviada por e-mail do UOL).
  


             FUNCEF

Nota de Esclarecimento sobre matéria publicada no jornal Correio Braziliense

31/10/2012

FUNCEF não teve prejuízo nas instituições citadas no jornal

Diante da matéria intitulada “Operações milionárias sob suspeita”, publicada em 28 de outubro de 2012 no jornal Correio Braziliense, a FUNCEF vem esclarecer aos seus participantes que não teve nenhum tipo de prejuízo relacionado às instituições bancárias citadas no texto em questão.

A FUNCEF não possui em suas carteiras de investimentos, sejam próprias ou terceirizadas, nenhum título vinculado ao Banco BVA, instituição que recentemente sofreu intervenção do Banco Central.

Em relação às aplicações feitas no Banco Cruzeiro do Sul, liquidado extrajudicialmente pelo Banco Central em 14 de setembro de 2012, não houve nenhuma perda para os planos de benefícios em relação aos DPGE (Depósitos a Prazo com Garantia Especial) contratados junto àquela instituição, conforme é esclarecido em nota (
leia mais) publicada recentemente no sítio da Fundação na internet. Entre 24 de setembro e 3 de outubro de 2012, a FUNCEF recebeu os valores dos DPGE adquiridos junto ao Cruzeiro do Sul. O montante recebido corresponde ao total dos investimentos realizados pela Fundação, acrescido das taxas de rentabilidade originalmente contratadas.
Carta da Abrapp -
O presidente da Abrapp (Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar), José de Souza Mendonça, enviou em 29/10 uma carta ao Correio Braziliense (leia aqui) com o intuito de corrigir termos inadequados utilizados na matéria e solicitou ao jornal que os devidos esclarecimentos sejam levados aos leitores. A entidade considerou que a reportagem assumiu um tom desnecessariamente sensacionalista que atinge a imagem de todo o segmento de previdência complementar.

Comunicação Social da FUNCEF

  

http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/10/22/bva-usava-propria-gestora-para-captar-recursos/

 

BVA usava própria gestora para captar recursos

Autor(es): Por Silvia Rosa | De São Paulo
Valor Econômico - 22/10/2012
 

Dono de uma gestora de recursos, o banco BVA usava a Vitória Asset Management como um braço para obter liquidez e até mesmo capital para a instituição financeira. Desde sexta-feira, o banco está sob intervenção do Banco Central (BC), com um passivo a descoberto de R$ 550 milhões.
Levantamento feito pelo Valor mostrou que por meio dos fundos da Vitória o BVA conseguiu levantar pelo menos R$ 383,4 milhões para se capitalizar. A maior fatia disso veio do Patriarca, um fundo de "private equity" que captou R$ 331,1 milhões com investidores para compra de uma fatia do banco. Entre seus cotistas está Carlos Alberto de Oliveira Andrade, dono do grupo Caoa, de revendas de carros.
Outros dois fundos multimercados de crédito privado da gestora, o Ibiza e o Vitória Fidelis, emprestaram R$ 52,3 milhões a uma empresa, a Cartagena Participações, dos dois principais acionistas do BVA - José Augusto Ferreira dos Santos e Benedito Ivo Lodo - por meio da compra de Cédulas de Crédito Bancário (CCBs). A Cartagena foi criada com o objetivo de capitalizar o banco e tinha como sócios a BVA Empreendimentos e Ivo Lodo. Cartagena é também o nome de um haras que Lodo possui em São Roque (SP). O banco nega, porém, qualquer ligação entre o haras e a empresa que vendeu CCBs para os fundos da Vitória.
A alocação em papéis da Cartagena representava, em setembro, 30% do fundo Vitória Fidelis e 71,79% do Ibiza, que recebia a alocação de outros fundos, de acordo com a Comissão de valores Mobiliários (CVM). Os títulos prometem pagar aos investidores uma rentabilidade equivalente a 107% do Certificado de Depósito Interfinanceiro (CDI) ao ano até o vencimento, que se dará em agosto de 2014. Juntos, os fundos somam um patrimônio de R$ 89,4 milhões, com nove cotistas.
Outros dois fundos, o renda fixa Elos e o multimercado Salus, também tinham R$ 9,201 milhões em debêntures da Multiner, empresa de energia que tinha como sócio José Augusto Ferreira dos Santos, um dos controladores do BVA e que vendeu a participação na companhia em março deste ano. Santos investia na Multiner por meio da Cia 44, que estava em fundo exclusivo detido por ele e gerido pela Vitória.
Os fundos da Vitória também davam liquidez ao BVA por meio da compra de depósitos a prazo e de carteiras de crédito do banco.
O BVA tinha quatro fundos de investimento em direitos creditórios (FIDCs), que somavam patrimônio líquido de R$ 862 milhões e contavam com 134 cotistas. Os empréstimos foram originados pelo BVA e, posteriormente, vendidos aos fundos de recebíveis, em uma prática bastante comum entre os bancos médios para captar recursos.
Na semana passada, a agência de classificação de risco Austin Rating rebaixou a nota de três fundos de recebíveis do BVA.
Os fundos BVA Master II e III e o Multisetorial Itália tiveram a nota rebaixada pela Austin em função do aumento da inadimplência nas carteiras, que saltou para até 7%, ante um patamar que variava entre 0,1% e 1,8% no fim de 2011 e continuam em observação negativa.
Os administradores das carteiras, Citibank e BRL, marcaram assembleias para esta semana para votar a substituição do agente de cobrança, que é o próprio BVA.
O banco ainda repassava para os fundos de crédito privado títulos de depósito a prazo emitidos pela instituição. Somando os papéis em carteira, que incluem CDBs, depósitos a prazo com garantia especial (DPGE) e letras financeiras, os fundos da Vitória Asset e da BRL Trust Investimentos, que era sócia do BVA até 1º de outubro, tinham exposição de R$ 127,155 milhões em títulos do banco.
A fatia é pequena dentro de um total de R$ 3,87 bilhões de depósitos a prazo que o BVA tinha em junho, data do último balancete entregue ao BC. Chama a atenção, porém, o fato de os fundos da Vitória não trabalharem com títulos bancários de outras instituições financeiras.
Na semana passada, duas carteiras administradas pela BRL, os fundos multimercado de crédito privado Salus e Providentia foram fechados para resgate. No final de 2011, algumas carteiras que eram geridas pela Vitória Asset, que somavam R$ 400 milhões de patrimônio, foram repassadas para a BRL após a entrada do BVA como sócio da gestora. Em 1º de outubro deste ano a sociedade com o banco foi desfeita.
Segundo fato relevante enviado à CVM, foram identificadas pendências e inconsistências documentais, cadastrais e de registro em algumas CCBs em carteira do Salus e do Providentia, relacionadas tanto à estruturação dos ativos, que estavam com valores divergentes dos registrados na Cetip, quanto ao valor das garantias. Esses papéis, segundo a BRL, tinham sido estruturados pelo antigo Lemon Bank.
A Vitória Asset também fechou para resgate o multimercado Fidelis, depois de registrar pedido de saque não compatível com a liquidez dos ativos em carteira, representando 28% do patrimônio do fundo de R$ 28,543 milhões. (Colaborou Carolina Mandl)
 
 


CORREIO BRAZILIENSEFundos de pensão de funcionários de empresas estatais podem "virar pó"

Publicação: 28/10/2012 07:00 Atualização: 27/10/2012 22:06
Donos da maior poupança do país, um patrimônio superior a R$ 620 bilhões, os fundos de pensão fechados de previdência complementar são motivo constante de cobiça. Mas parte importante dessa montanha de dinheiro corre o risco de virar pó, comprometendo a aposentadoria de milhares de aposentados e pensionistas, sobretudo os de empresas estatais. Atraídas por bancos pequenos e médios com a promessa de ganho fácil e rentabilidade superior à média do mercado, essas fundações têm contabilizado prejuízos recorrentes com o fechamento de uma série de instituições financeiras pelo Banco Central. Estima-se que pelo menos R$ 1 bilhão esteja comprometido com a quebra de sete bancos nos últimos dois anos: PanAmericano, Schahin, Morada, Cruzeiro do Sul, Prosper, Matone e BVA.
O que mais tem chamado a atenção dos fiscais do BC e de integrantes da Polícia Federal e do Ministério Público (MP) é o fato de serem os fundos de estatais os maiores perdedores. “A coincidência é impressionante. Em quase todos os bancos fechados por fraudes, há fundos de pensão de empresas públicas com dinheiro preso. Parece um movimento combinado, muito suspeito”, diz um técnico do BC. Os indícios de irregularidades são grandes, acreditam os policiais envolvidos nas investigações abertas a pedido do MP. Uma das suspeitas é que gestores das fundações estariam recebendo comissões “por fora” dos banquinhos para fazerem aplicações de recursos com eles. “Os agrados feitos pelos bancos de menor porte incluiriam, além de comissões, viagens, carros e festas com muitas mulheres”, ressalta um policial.

Participante pede à PREVIC informações sobre Auditorias na FUNCEF


----- Original Message -----

From: GilsoCosta

To: ouvidoria.assessoria@previdencia.gov.br

Sent: Friday, November 02, 2012 9:47 PM

Subject: INFORMAÇÕES SOBRE AUDITORIAS NA FUNCEF

 

À

PREVIC

 

Senhor Diretor Superintendente,

 

Considerando que não localizamos, no sítio dessa PREVIC, informações sobre Auditorias realizadas na Fundação dos Economiários Federais (FUNCEF), na condição de participante do mencionado Fundo de Pensão e respaldado na Lei de Acesso às Informações, solicitamos que sejam disponibilizados no website desse Órgão, ou por meio eletrônico, os Relatórios das Auditorias ou Inspeções realizadas naquela Fundação, nos anos de 2012 e 2011.

 

            A nossa pretensão é tomar conhecimento dos apontamentos da Auditoria da PREVIC, em relação à gestão da FUNCEF, com ênfase para os riscos, e, ainda, analisar a qualidade dos trabalhos que são realizados pelos Técnicos desse Órgão de Fiscalização.

           

Atenciosamente

 

Gilson Tavares Costa

Participante da FUNCEF

 

terça-feira, 9 de outubro de 2012

RELATÓRIO INFORMAL DA 8ª REUNIÃO ORDINÁRIA DO CNPC 08/10/2012



----- Original Message -----
From: L. Araujo
To: undisclosed-recipients:
Sent: Tuesday, October 09, 2012 4:03 PM
Subject: REUNIÃO DO CNPC

Colegas Associados(as) da PREVI e de Outros Fundos de Pensão

Repasso a vocês, anexo a esta mensagem, relatório detalhado produzido pelo diligente colega Cláudio Leuzinger, que esteve presente à Reunião do CNPC, realizada em Brasília no dia de ontem, segunda-feira, 08.10.
Agradecendo a presteza do amigo Cláudio, peço aos colegas que entendam tratar-se de um trabalho voluntário e realizado com o único propósito de dar-nos conhecimento do que ocorreu naquela reunião do CNPC.
Um abraço,
L.Araujo



RELATÓRIO INFORMAL DA 8ª REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO NACIONAL DA PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR.
1)      A reunião realizou-se no auditório do Ministério da Previdência, no dia 8 de outubro do corrente ano, tendo iniciado às 14:35 horas.
2)      Como informa o título deste relatório, o evento foi apenas uma reunião ordinária do CNPC, com poderes deliberativos, mas parte de uma sequência de trabalhos que já vêm sendo realizados há algum tempo. Dessa forma, para usar uma expressão popular, “tomamos o bonde andando”.
3)      O primeiro item da pauta foi a aprovação da ata da 7ª reunião, que restou aprovada. Não tive conhecimento do conteúdo da mesma, mas certamente tratou de assuntos relevantes à PREVI e seus associados e pensionistas.
4)      O 2º item da pauta era questão da “RETIRADA DO PATROCINADOR”, assunto da máxima relevância. O expositor iniciou o trato do item fazendo um relatório sobre o assunto, dizendo ser objetivo do Governo Federal “estabelecer prioridades para adequar a legislação, sobretudo as Leis Complementares 108 e 109 aos objetivos do Governo com relação à previdência complementar”. Note que as alterações das normas não são apenas adequações pontuais do sistema a exigências temporais da política econômico-financeira, política social ou a exigências do mercado. É algo muito superior a isto. São objetivos de governo que se inserem nas amplas políticas de atendimento às populações brasileiras. E é sob esta ótica que o problema deve ser analisado e tratado.
5)      O expositor informou que o Governo, nos estudos até então realizados, estabeleceu 14 prioridades a ser examinadas, equacionadas e operacionalizadas. Dessas prioridades, a número 1, portanto a maior é a “RETIRADA DO PATROCÍNIO PELO INSTITUIDOR DO PLANO E SEU PATROCINADOR”. O assunto é tão importante que foi constituído grupo temático para estudá-lo, tendo apresentado a primeira minuta em março deste ano. Então, frente a essa minuta, a ANAPAR e a ABRAPE solicitaram a abertura de consulta pública, o que foi acatado pelo CNPC. Foi aberta a consulta com prazo de quinze dias, tendo abrangência nacional, com a finalidade de “AJUSTAR A PROPOSTA ORIGINAL” aos anseios e expectativas dos segmentos e entes interessados.
6)      Segundo o expositor em breve histórico relativo às causas que levaram à abordagem do tema-retirada do patrocínio,entre 2003 e 2007 houve um crescente número de reorganização societária de empresas, com vendas, fusões, incorporações e extinções, sendo que a partir de 2007 (ápice do processo), tais movimentos entraram em declínio. Estasalterações empresariais estão a exigir adequação do marco regulatório, de modo a proteger tanto a empresa patrocinadora, quanto os associados.
7)      Neste ponto foi dito, e isto tem a máxima importância, “QUE ATUALMENTE O SISTEMA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR FECHADO ALCANÇA SOMENTE 3% DA POPULAÇÃO, E QUE É META PRIORITÁRIA DO GOVERNO AUMENTAR ESTE PERCENTUAL A UM NÚMERO SIGNIFICATIVO DE ASSISTIDOS. PARA TANTO, TEM-SE QUE ESTABELECER REGRAS QUE FACILITEM E INDUZAM AS EMPRESAS A CRIAR SUAS ASSOCIAÇÕES DE PREVIDÊNCIA PRIVADA, E NÃO PERMITIR QUE HAJA UMA LEGISLAÇÃO QUE ENGESSE O SISTEMA E DESESTIMULE AS EMPRESAS A INGRESSAR NO MESMO”.
8)      É preciso atentar para o que foi dito na parte final do item 4 deste relatório, referente aos objetivos prioritários do Governo Federal. Repito, não se trata apenas de alterações legais pontuais, mas da consecução de objetivos do Governo
Federal de caráter social. Dessa forma, a oposição que se possa fazer a tais objetivos encontrará muralhas de resistência consideravelmente superiores, o que exigirá capacidade de argumentação calcada e firmes estudos e análises constitucionais/legais para que tenha possibilidade de êxito.
9)      Foi feita, então, pelo expositor a apresentação das propostas advindas da Audiência Pública. Foram recebidos ao todo 2.431 formulários que tinham 2.129 sugestões semelhantes ou idênticas e 248 formulários com sugestões realmente inovadoras. Todas as sugestões foram analisadas e algumas delas tiveram o consenso do Conselho. Dentre as sugestões apresentadas e que foram colocadas em pauta, destacam-se, dentre outras: “MANUTENÇÃO DO PLANO MESMO APÓS A RETIRADA DO PATROCINADOR; PRESERVAÇÃO DA RESERVA DE CONTIGÊNCIA E EXTINÇÃO DO PLANO SOMENTE NOS CASOS DE INSOLVÊNCIA”.
10)   Frente à complexidade da matéria, o número de sugestões apresentado, as implicações que as decisões do Conselho e alteração da legislação trarão para o sistema como um todo, alcançando, inclusive, direitos adquiridos, a Dra. Cláudia, da ANAPAR, solicitou a suspensão da votação e o adiamento da decisão com fins de melhor estudar a questão. O Presidente do Conselho, com fundamento no art. 14 do Regimento que preside a entidade, atendeu ao requerido e solicitou que a matéria fosse trazida à colação no prazo de uma semana, isto é, até à próxima segunda-feira, dia 15.
11)   Passou-se, a seguir, ao item 3 da pauta, RESOLUÇÕES CGPC nº 18 e nº 26. Foi dito nesta hora por uma das entidades, creio que a ANAPAR que a RESOLUÇÃO nº 26 desagrada a todo o mundo, não tendo havido reação à manifestação.
12)   O Presidente do Conselho tomou então a palavra para colocar as seguintes premissas: 
a)      O Governo Federal não abre mão de ter uma resolução que fomente o sistema, e não o tranque.
b)      A nova resolução tem que contemplar os anseios dos atuais participantes, mas deve incentivar a criação de novos planos, pois somente 3% da população estão cobertos pelo sistema de previdência fechada complementar.
13)   O representante da PREVIC tomou a palavra e tratou da Resolução CGPC nº 18/2006, dizendo que o atual alinhamento dos títulos públicos com os privados cria um novo panorama financeiro (juros menores), o que está a exigir novas políticas de gestão dos planos de previdência. Infelizmente, porém, a maior parte dos planos ainda não se conformou aos novos parâmetros financeiros, trazendo riscos grandes aos associados. Infelizmente a PREVIC não possui instrumentos legais para intervir ou obrigar tais planos a se adequar ao panorama financeiro atual. Propôs, então, no momento e em caráter emergencial, ajustes técnicos pontuais, para no futuro chegar-se a ajustes financeiros e atuariais tecnicamente corretos (precificação de ativos e passivos, composição da carteira de investimentos, etc.) Chamou a atenção para a redução da taxa de juros de 5,5% a.a. para 4,5% a.a., e para a questão da adoção de tabela de longevidade mais atual.
14)   A ANAPR solicitou, então, a formação de um grupo temático para analisar e encontrar soluções para a questão em sua totalidade, abrangendo toda a matéria, em vez de adotar providências pontuais e emergenciais que, segundo ela, não solucionam o problema e podem trazer mais problemas que soluções.
15)   O Presidente do Conselho sugeriu, então, a formação de grupo temático para tratar da questão, com prazo de 30 dias a partir da publicação da decisão no Diário Oficial (o que deve ocorrer na próxima semana), sob a coordenação da PREVIC. Tendo sido aprovada a sugestão, foram indicados os membros do grupo temático.
16)   Passou-se ao item 4 da pauta – AMPLIAÇÃO DA COBERTURA PREVIDENCIÁRIA – PLANO ESTRATÉGICO – INSCRIÇÃO AUTOMÁTICA E SIMPLIFICADA. O item é parte dos objetivos do Governo Federal relativos à extensão da cobertura previdenciária a uma parte maior da população, conforme narrado acima. Isto implica em algumas providências normativas, quais sejam: facilitar a abertura por parte das empresas de associações de previdência privada através de tratamento tributário diferenciado, burocracia simplificada, rapidez nos trâmites de adesão de associados, possibilidade de retirada do patrocínio e distribuição do superávit. Com relação à adesão de associados, esta deverá ser rápida de forma a atrair o participante. O expositor apresentou o resultado dos estudos já feitos para a consecução destes objetivos, sobretudo os relativos à forma de inscrição no plano previdenciário por parte dos novos empregados. Esta inscrição dar-se-á de forma rápida, desburocratizada e no primeiro dia de trabalho do empregado na empresa patrocinadora. Frente, porém, à complexidade da matéria, a ANAPAR solicitou estudos mais aprofundados,  ficando a deliberação para reuniões vindouras.
17)   Finalmente passou-se para o item 5 da pauta, último, ASSUNTOS GERAIS. Não havendo manifestação do plenário, o Presidente deu por encerrada a reunião às 17:00 horas.
18)   Ao término do evento, tive uma rápida conversa com a Sra. Cláudia da ANAPAR, cujas linhas gerais exponho a seguir. Disse a ela que entendia que a legislação normalizadora da previdência privada fechada no Brasil era cheia de incompletudes e vacâncias, sendo uma espécie de colcha de retalhos. Ao utilizar esta expressão, a Cláudia usou outra metáfora, dizendo ser um queijo suíço, com o que concordei. E concordamos que a solução de ficar fazendo normas esparsas para atender a questões pontuais ou alterações do sistema, sem haver uma legislação abrangente e consolidada, traz enormes problemas, sobretudo os decorrentes da judicialização das relações jurídicas, pois as associações de previdência privada e assistidos vão buscar no Poder Judiciário pretensos direitos não regulados, ou regulados deficientemente pelo corpo normativo. Assim, obtemos uma legislação incompleta, mas suplementada por normas jurisprudenciais que, não harmonizadas no território nacional, acabam por gerar enormes diferenças de direitos e obrigações para as partes, muitas vezes conflitantes entre si. A solução passa por uma completa revisão da legislação que regula o sistema previdenciário fechado, de forma a produzir um código que tenha completude, harmonia, que seja sistemático e abrangente. Enquanto isto não ocorrer, os associados e beneficiários da previdência privada fechada ficarão submetidos a constantes variações e desequilíbrios provocados por uma legislação errática, inconstante, inconsistente e pontual.
19)   A Cláudia deu-me algumas informações que considero importantes. A abordarmos a questão das relações jurídicas envolvidas no sistema, eu ponderei que a meu ver havia um erro em tratar (colocar no mesmo balaio conforme a expressão que usei) relações jurídicas decorrentes de partes distintas, quais sejam, empresas estatais e empresas privadas. Isto porque os funcionários das empresas estatais, não obstante estarem regidos por relações jurídicas e legislação trabalhista idênticas, na realidade têm naturezas jurídicas diferentes. O funcionário da empresa estatal, por ter sido admitido através de concurso público e ter na empresa quadro de carreira definido e certos direitos que o diferem do empregado da empresa privada como, por exemplo, a exigência de processos administrativos para demissão por justa causa, critérios fixos e bem definidos para promoção, certa estabilidade no emprego, incentivos a cursos e especializações para progressão na carreira, interesse do Estado em ter um quadro funcional estável e competente, etc., não poderia ser legislado pelas mesmas normas que regem as relações jurídicas dos empregados das empresas privadas, cuja segurança e estabilidade são muito menores e a rotatividade muito maior. Ela concordou comigo, acrescentando, porém, que a realidade que eu expunha abrange um pequeníssimo número de empresas estatais, como o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e a Petrobrás, por exemplo. A grande maioria das empresas estatais tem o mesmo tipo de relação jurídica que vige nas empresas privadas.  Portanto os direitos, oportunidades e garantias dos funcionários deste pequeno número de empresas estatais de grande porte não se estendem àquela gama de empresas estatais que em nada se diferem das empresas privadas, a não ser o fato de ter o Estado como sócio ou parceiro a qualquer título. Tal constatação, também me informou a Cláudia, insere-se em uma discussão e estudos mais amplos relativos à questão de saber se a relação jurídica trabalhista incorpora a relação jurídica previdenciária. Se isto ocorrer, os direitos e obrigações previdenciárias fazem parte do contrato de trabalho e são dele dependentes. Caso contrário, a relação jurídica previdenciária não se confunde com a relação jurídica trabalhista, não podendo por via de consequência ser tratada no âmbito dos direitos trabalhistas, sendo autônoma em todos os seus aspectos. Isto é importante porque incide diretamente sobre as relações laborais, gerando consequências jurídicas diversas para as duas situações. Infelizmente nosso contato foi muito rápido, de modo que não pudemos nos aprofundar na matéria, não obstante entender que isto é da máxima importância para os associados da PREVI.
20)   Concluo, portanto, o presente relatório ousando colocar algumas conclusões de minha inteira responsabilidade.
a)      As questões que no momento angustiam os associados, aposentados e assistidos da PREVI estão colocadas em um quadro muito maior do que aquele restrito às relações jurídicas que envolvem o Banco do Brasil, a PREVI e seus associados, aposentados e assistidos. Hoje a questão da previdência privada fechada foi alçada ao patamar dos objetivos estratégicos da política governamental, em um dos pilares mais caros à gestão da Presidente Dilma, a política social. A Presidente quer estender a cobertura previdenciária fechada a faixas mais amplas da população e isto implica em alterações na legislação que forçosamente alterarão a regulação atual, sobretudo nas duas questões que mais causam expectativa à população atendida pela PREVI: a retirada unilateral do patrocínio e a distribuição do superávit (Resolução CNPC 26). Tais direitos atribuídos às patrocinadoras visam atrair número considerável de empresas (sobretudo privadas) para o sistema, atendendo com isso à ampliação do universo abrangido pelo mesmo.
b)      Uma oposição a esta política, pela importância e prioridade que ela possui no momento, será muito difícil e somente com argumentos sólidos e competentemente colocados será possível obter-se êxito.
c)       Para se chegar a resultados favoráveis aos associados, aposentados e assistidos da PREVI (e de outros fundos de pensão como a FUNCEF, por exemplo), há que se ter unidade de pensamento e ação, além de consultoria que tenha forte presença e conceito nos meios jurídicos e legislativos nacionais (pareceres oriundos de fontes que tenham credibilidade e consistência). 
d)      A união das diversas entidades representantes dos funcionários e ex-funcionários do Banco do Brasil e das demais entidades representativas dos funcionários e ex-funcionários de outras empresas estatais, e uma forte ação junto ao Poder Legislativo, além de ações competentemente ajuizadas e conduzidas no Poder Judiciário por bancas de larga experiência, é que terão o condão de sobrestar mudanças normativas e preservar os direitos dos beneficiários na forma e com as garantias que hoje existem.
21)   Para finalizar, solicito que este relatório e as considerações e conclusões ora expostas sejam submetidas ao crivo do colega Norival da Silva (presente no evento) e de outros colegas, que têm toda a liberdade para se contrapor ao aqui colocado e fazer asretificações que acharem apropriadas. 
É o que tinha a relatar. Obrigado pela atenção. 
Cláudio Leuzinger.

CNPC adia votação sobre a retirada de patrocínio



Terça-feira,  09/10/2012 - 15h40m
http://www.anabb.org.br/mostraPagina.asp?codServico=4&codPagina=46329

CNPC adia votação sobre a retirada de patrocínio

O Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC) se reuniu na tarde desta segunda- feira, 8 de outubro, em reunião ordinária para debater diversos assuntos no âmbito da previdência complementar, entre eles, a atualização e aprovação da minuta de retirada de patrocínio. A atual legislação sobre o tema foi instituída no ano de 1988. A ANABB participou da reunião para acompanhar a votação e manter os associados informados sobre o andamento das discussões.
Logo no início da reunião, a Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão (Anapar), que é a representante dos participantes e assistidos no Conselho, solicitou mais tempo para a construção de uma nova proposta para a resolução, buscando construir um consenso entre os diferentes agentes que atuam no regime de previdência complementar. De acordo com a Anapar, uma resolução alternativa está sendo elaborada para ser apreciada pelo CNPC.
A partir do pedido da Anapar, o Secretário de Políticas de Previdência Complementar do Ministério da Previdência, Jaime Mariz, adiou a votação e concedeu mais alguns dias para uma nova apreciação da resolução. A expectativa é de que uma nova reunião seja convocada para definir as regras que vão regular a retirada de patrocínio.
Ainda durante a reunião, o secretário-adjunto da SPPC, José Edson da Cunha Junior, apresentou o resultado da consulta pública realizada durante os meses de maio e junho, que reuniu propostas para a elaboração da nova resolução. Foram recebidos 983 e-mails que contabilizaram 2.431 formulários. Desses, 2.129 apresentaram sugestões iguais e os demais sugeriram propostas diferentes.
José Edson ressaltou que “a atualização da norma de retirada de patrocínio representa prioridade para o sistema em virtude do aumento significativo de reorganizações societárias. Atualmente, dos 1.129 planos de benefícios  existentes, 78 estão em processo de retirada de patrocínio”, destacou o secretário-adjunto da SPPC.
A Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), que também integra o Conselho, apresentou proposta para alterações pontuais nas Resoluções CGPC nº 18, de 2006, e a nº 26, de 2008. O assunto também não foi deliberado e o CNPC decidiu pela criação de um grupo temático composto por representantes indicados pelos conselheiros que aprofundará as discussões. Depois de instituído, o grupo terá 30 dias para apresentar uma proposta concreta ao CNPC.
A Previc ainda apresentou proposta para a adesão simplificada no âmbito das entidades fechadas de previdência complementar. De acordo com a medida, pré-intitulada de inscrição automática, o empregado admitido em uma empresa patrocinadora de plano de benefícios seria inserido automaticamente no plano de previdência. Pela proposta, a inserção ficaria submetida a uma confirmação posterior. O objetivo da proposição é ampliar a cobertura do regime fechado de previdência complementar no país. Os membros do CNPC solicitaram à Previc um maior aprofundamento do assunto para deliberação posterior.

Fonte: Agência ANABB
 
 
 

ANABB entrega parecer a SPPC sobre retirada de patrocínio



Sexta-feira,  05/10/2012 - 12h39m
http://www.anabb.org.br/mostraPagina.asp?codServico=4&codPagina=46322
ANABB entrega parecer a SPPC sobre retirada de patrocínio

Nesta quinta-feira, 5 de outubro, o presidente da ANABB, Sergio Riede, entregou ao Secretário de Políticas de Previdência Complementar (SPPC), Jaime Mariz, um parecer jurídico encomendado pela Associação sobre a resolução CNPC que trata da retirada de patrocínio. O parecer foi elaborado pelo Sr. Sérgio de Andréa Ferreira, um dos mais respeitados jurisconsultos especializados em Direito Social. Dentre outras funções, ele registra em seu currículo a de Desembargador Federal aposentado pelo TRF da 2ª Região. O documento para encaminhamento do parecer realizado pela ANABB foi assinado conjuntamente pela Federação das Associações de Aposentados do Banco do Brasil (FAABB) e pela Associação dos Antigos Funcionários do Banco do Brasil (AAFBB).
De acordo com o presidente da ANABB, o documento tem como principal objetivo contribuir para a criação de uma resolução que contemple os desejos dos participantes e os direitos adquiridos por todos. “O parecer foi realizado seguindo critérios técnicos. Por isso esperamos contribuir da melhor forma possível para o fortalecimento do sistema de previdência e para a manutenção de um diálogo constante”, declarou Riede.
Jaime Mariz destacou que o parecer será encaminhado para a área jurídica da Secretaria, que analisará todo o conteúdo. “Eu acho que devemos fazer uma resolução que estimule a criação de novos fundos de pensão. Hoje, apenas 3% da população economicamente ativa têm previdência complementar. Queremos que esta cobertura cresça para o percentual de outros países no nível de 80% da população. Assim, conseguiremos dar tranquilidade aos participantes e fomentar o sistema”, afirmou.
No dia 8 de outubro, segunda-feira, acontecerá uma nova reunião do Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC) para discutir proposta sobre a retirada de patrocínio, a partir de uma nova minuta apresentada com as alterações da Secretaria de Políticas da Previdência Complementar (SPPC). A ANABB vai participar da reunião e dará conhecimento aos associados sobre o que for discutido.
Para o novo texto da resolução, o secretário adiantou que há consenso de que a reserva de contingência, que corresponde a 25% das reservas matemáticas do plano, será destinada apenas aos participantes e assistidos. No entanto, a presidente da Associação Nacional dos Participantes de Fundo de Pensão, Anapar, Claúdia Ricaldoni, informou que esta é apenas uma das propostas sugeridas. “A discussão continua e a resolução ainda não está atendendo o que queremos”, disse Cláudia.

Clique aqui e conheça o parecer entregue pela ANABB ao Secretário de Políticas de Previdência Complementar

domingo, 23 de setembro de 2012

Seminários ANABB - assista aos vídeos


Seminários ANABB - Previdência Complementar: Impasses e Soluções em Brasília (DF)

Nos dias 4 e 5 de setembro de 2012, a ANABB realizou o evento dividindo em paineis, abordando temas de interesse do funcionalismo do BB, especialmente, bem como de outros participantes e assistidos de entidades de previdência complementar.

Clique para assistir aos vídeos :  http://anabb.ps5.com.br/seminarios.html


- Abertura


- 1º PAINEL: A PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR NO SISTEMA PREVIDENCIÁRIO BRASILEIRO

- 2º Painel: PREVIC E O DIREITO DOS PARTICIPANTES

- 3º Painel: RESOLUÇÃO CGPC 26 E O INSTITUTO DA REVERSÃO DE VALORES

- 4º Painel: A REGULAMENTAÇÃO DA RETIRADA DE PATROCÍNIO

- 5º Painel:  RESOLUÇÃO CGPC 26 E O BENEFÍCIO ESPECIAL TEMPORÁRIO NA PREVI

- 6º Painel:  TETOS DE CONTRIBUIÇÃO E BENEFÍCIOS PARA DIRIGENTES ESTATUTÁRIOS DO BB

ENCERRAMENTO

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quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Seminários Previdência Complementar: Impasses e Soluções - ANABB - Paineis



Seminários ANABB: 1º Painel – A previdência Complementar no Sistema Previdenciário Brasileiro

Fonte: http://www.anabb.org.br/mostraPagina.as ... gina=46252

Começaram nesta terça-feira, 4 de setembro, os Seminários ANABB – Previdência Complementar: Impasses e Soluções em Brasília (DF). Mais de 250 pessoas participaram do primeiro dia do evento entre funcionários da ativa e aposentados, representantes do governo e de entidades representativas e participantes de outros fundos de pensão como Petros e Funcef. O evento vai até esta quarta-feira, 5 de setembro. Clique aqui e veja a programação.

O seminário foi aberto pelo presidente da ANABB, Sergio Riede, que falou sobre o desafio que a ANABB tem em trazer assuntos de interesse do funcionalismo para grandes debates, abrindo espaço para as discussões com agentes públicos e as entidades representativas, com o foco no entendimento sobre a previdência complementar.

O primeiro painel trouxe um panorama sobre a “A previdência complementar no sistema previdenciário brasileiro”. O tema foi apresentado pelo o secretário de Políticas de Previdência Complementar do Ministério da Previdência, Jaime Mariz de Faria Júnior. Os debatedores foram o diretor-executivo da Abrapp (Associação Brasileira de Entidades Fechadas de Previdência Complementar), Dílson Joaquim de Morais, e a presidente da Anapar (Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão), Claúdia Muinhos Ricaldoni. O painel foi mediado pelo presidente do Conselho Deliberativo da ANABB, João Botelho.

Jaime Mariz apresentou um breve histórico do sistema previdenciário, informando estatísticas brasileiras. Também mostrou algumas características dos regimes previdenciários (geral, próprio e complementar) e comentou sobre a retirada de patrocínio. “O objetivo da CNPC é equilibrar dois vetores: possibilitar que a cobertura previdenciária cresça e não tirar a tranquilidade dos participantes dos fundos de pensão. A Previ é um exemplo a ser seguido pelo Governo, por isso, a possibilidade de retirada de patrocínio é algo inimaginável”.

Veja a apresentação do palestrante Jaime Mariz, secretário de Políticas de Previdência Complementar do Ministério da Previdência
Clique aqui http://www.anabb.org.br/pdf/seminariosa ... iz_MPS.pdf

Veja a apresentação do palestrante Dílson Joaquim de Morais, diretor-executivo da Abrapp
Clique aqui http://www.anabb.org.br/pdf/seminariosa ... ABRAPP.pdf

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Seminários ANABB: 2º Painel - Previc e os Direitos dos Participantes
O segundo painel apresentado nos Seminários ANABB – Previdência Complementar: Impasses e Soluções, nesta quarta-feira (4/9), foi a respeito da “Previc e os Direitos dos Participantes”.

A palestra de apresentação sobre o assunto foi feita pelo diretor de Análise Técnica da Previc, José Roberto Ferreira. Os debatedores foram Antônio Braulio (diretor de Planejamento e Controladoria da Funcef) e Maurício França Rubem (diretor de Seguridade da Petros). O mediador foi o vice-presidente Administrativo Financeiro da ANABB, Reinaldo Fujimoto.

Assim como no primeiro painel, ao final da exposição dos convidados, os mesmos responderam as perguntas dos participantes do evento.
Veja a apresentação do palestrante José Ferreira, diretor de Análise Técnica da Previc

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Seminários ANABB: 3º Painel - Resolução CGPC 26 e o Instituto da Reversão de Valores

O terceiro painel dos Seminários ANABB – Previdência Complementar: Impasses e Soluções apresentado nesta terça-feira, 4 de setembro, em Brasília (DF), teve como tema a "Resolução CGPC 26 e o Instituto da Reversão de Valores". O palestrante foi o Assessor da Secretaria Executiva do Ministério da Fazenda, Ricardo Pena. Os debatedores foram o Senador Paulo Bauer (PSDB/SC) e o advogado, Dr. Wagner Gusmão dos Reis Junior do escritório Fernando Fernandes Advogados. O vice-presidente de Comunicação da ANABB, Douglas Scortegagna mediou o painel. O evento vai até esta quarta-feira, 5 de setembro.
Em sua explanação, Ricardo Pena, destacou que a Resolução CGPC surgiu para regular o setor de previdência complementar. "A norma buscou readequar os fundos de pensão e oferecer proteção aos participantes naquele momento. Das 11 ações judiciais impetradas contra a resolução, todas fracassaram", destacou Pena.
Veja a apresentação do palestrante Ricardo Pena, Assessor da Secretaria Executiva do Ministério da Fazenda.
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Seminários ANABB: 4º Painel - A Regulamentação da Retirada de Patrocínio

O quarto painel dos Seminários ANABB – Previdência Complementar: Impasses e Soluções, intitulado “A Regulamentação da Retirada de Patrocínio” apresentado nesta terça-feira, 4 de setembro, em Brasília (DF), teve  como palestrante o Coordenador Geral de Informações e Análise Conjuntural da Secretaria de Políticas de Previdência Complementar do Ministério da Previdência, Carlos Marne Dias. Os debatedores são Ruy Brito (Representante da Federação das Associações de Aposentados e Pensionistas do BB) e Deisy Rego (ex-diretora da Previ-Banerj).  O mediador é o vice-presidente de Relações Institucionais da ANABB, Fernando Amaral.
O palestrante Carlos Marne, da SPPC, explanou para todos os presentes a proposta de revisão dos fundos de pensão elaborada por uma comissão técnica criada pelo Conselho Nacional de Previdência Complementar. “Temos o objetivo de racionalizar e uniformizar os procedimentos. Estamos com os fundos de pensão estagnados há mais de dez anos e para fomentar o sistema temos que dar estabilidade, previsibilidade e clareza das regras existentes, para fortalecer o contrato previdenciário e também preservar os participantes”, esclareceu Marne.

Veja a apresentação do palestrante Carlos Marne, Coordenador Geral de Informações e Análise Conjuntural da Secretaria de Políticas de Previdência Complementar do Ministério da Previdência

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